Epidemiologia, anatomia, fatores de risco, histopatologia, estadiamento TNM, diagnóstico e tratamento — tudo que cai na prova.
Brasil
Vice-campeão mundial em incidência de câncer de boca — dado desconhecido pela maior parte da população, o que contribui diretamente para diagnósticos tardios.
Treine dados estatísticos e perfil epidemiológico no estilo da prova
Os limites exatos da cavidade oral são fundamentais: o prognóstico e a conduta mudam conforme a localização do tumor — boca vs. orofaringe.
Tabagismo, etilismo e lesões pré-malignas frequentemente cobrados
CIS vs invasivo, graus, tipos morfológicos — frequentes em provas
Homem >50a, tabagista, etilista, úlcera oral >3 semanas sem cicatrização.
Oroscopia + medir lesão + palpação cervical. Já permite estimar TNM antes de qualquer exame!
Preferencialmente da periferia da lesão — maior vascularização, mais células viáveis para análise histopatológica.
TC de face e pescoço + RX de tórax. Não há indicação rotineira de TC de tórax, PET-CT ou cintilografia — metástase à distância é incomum.
Apresentação clínica, biópsia, otalgia reflexa — frequentes nas provas
O prognóstico correlaciona-se fortemente com o estadiamento. Câncer oral = doença predominantemente loco-regional. Metástase à distância (pulmão, osso) é evento tardio e incomum.
| T | Critério |
|---|---|
| Tx | Tumor primário não pode ser avaliado |
| T1 | Tumor ≤ 2 cm |
| T2 | Tumor 2–4 cm |
| T3 | Tumor > 4 cm (sem invasão adjacente) |
| T4 | Invasão de estruturas adjacentes: mandíbula, pele, músculo profundo, maxila |
| N | Critério |
|---|---|
| N0 | Sem linfonodos comprometidos |
| N1 | Linfonodo ipsilateral ≤ 3 cm |
| N2 | Linfonodo 3–6 cm (ou múltiplos ipsilaterais / contralaterais) |
| N3 | Linfonodo > 6 cm |
T, N, M e lógica dos exames de imagem — cobrado com frequência
Ressecção do tumor com margens adequadas ao redor + esvaziamento cervical (linfadenectomia). A abordagem clássica é de fora para dentro — aborda-se primeiro o pescoço, ligando pedículos vasculares e vasos linfáticos, antes de manipular o tumor primário. Isso reduz a disseminação intraoperatória de células tumorais.
Ressecções amplas exigem reconstrução. Exemplos:
Cirurgia, RT adjuvante, sequelas e protocolo de seguimento
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Questões de oncologia, cabeça e pescoço, diagnóstico clínico e estadiamento — no estilo ENAMED
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